Extensão: 10,5 km
Duração: 3,5 hO passeio sai da Roliça e volta ao mesmo local. Passa pelos lugares em que se deu a batalha de 1808 (ver as estrelas no mapa), visitando elementos significativos do património histórico e natural da Freguesia.
Na zona do Picoto, o percurso apresenta algumas passagens difíceis para pessoas com mobilidade reduzida e para ciclistas.
Ponto de partida: Monumento à Batalha da Roliça, (há espaço para estacionar nas imediações). Seguir em direção à Igreja, pela Rua das Invasões Francesas.
Km 0,100Para aceder ao adro da igreja, há que subir alguns degraus.
No fundo da Rua das Invasões francesas, virar a esquerda.
Atravessa-se a estrada asfaltada e entra-se no caminho, que fica quase
em frente.
No topo da ligeira eminência, no local em que se encontra agora um espaço
de treino de cães, se dispôs a primeira posição defensiva, ocupada pelas tropas francesas, na Batalha da Roliça
Continua-se por um caminho, quase plano, em direção aos moinhos e, ao
longe, ao alto do Picoto.
No cruzamento com a estrada asfaltada, virar a direita e entrar a seguir
no primeiro caminho de terra à esquerda (Rua dos Cargos)
Voltar a direita, no cruzamento de caminhos, em direção a uma ligeira
elevação com eucaliptos.
Continua-se até uma rua asfaltada que entra na aldeia da Columbeira.
Km 3,5Entra-se na aldeia da Columbeira, pela estreita e transitada Estrada Nacional, e continua-se até o largo com um cruzeiro.
Segue-se em frente pela R. Francisco Mega; a capela de Nosso Senhor da Boa Hora fica do lado esquerdo (a chave está
ao cuidado da dona da mercearia contígua).
Pela rede de ruas estreitinhas da aldeia, dirigir-se ao chafariz e de lá para Capela Sant’Ana.
Da capela, continuar pelo «Beco do Canceleiro» e continuar pela senda que dá para a «Ponte de Comissão
Virando à esquerda, prosseguir beira do rio durante cerca de 30m até uma horta com cerca, onde se vira no carreiro a direita.
Subir, voltando a direita de novo, para entrar no arvoredo, no local assinalado por um poste com a indicação «Batalha da Roliça».
Continuar neste trilho até ao cruzamento de caminhos, à saída do arvoredo, onde se escolha o mais à esquerda.
Passar perto do Castro de Columbeira (v. p. seguinte); pouco depois, virar a direita e continuar na crista até ao Túmulo do
Coronel Lake.
Descer até regressar ao cruzamento de caminhos, pelo qual já tínhamos passado ao sair do arvoredo.
Aqui, virar a esquerda e logo a seguir à direita (carvalhos em «V») num trilho íngreme que leva ao alto do Picoto.
Por detrás do depósito de água, uma vereda dá aceso ao recinto, onde se celebram misssa campais; de lá, pelos rochedos
à direita (passagem perigosa), acede-se à um sítio do qual se desfruta de uma vista espetacular sobre o vale.
Voltar ao altar das missas campais, continuar no caminho principal e virar à direita, no 1º encruzamento (Posto «Bolsa de
Natureza»).
No entroncamento de caminhos, continuar pelo carreiro a direita, até algumas rochas que afloram no chão. Neste local, virar a esquerda e descer por
um carreiro mal definido, em direcção a um velho carvalho-cerquinho e, mais abaixo, à estrada asfaltada. Mais abaixo ainda, na junção com um
carreiro, virar à esquerda, e subir até ao caminho principal, em que se volta a direita, em direcção à Azambujeira.
200m mais adiante, antes das primeiras casas do lugar, vira-se à esquerda para um atalho, que fica perto de uma sebe de cedros, e vira-se novamente
a esquerda, quando se chega ao caminho principal (Estrada Real). Fazer a descida para o Vale.
No entroncamento de caminhos, virar à direita e, poucos metros mais adiante, entrar numa serventia agrícola, à esquerda, em direção às canas que acompanham a linha de água e à aldeia da Roliça.
Segue-se à direita, pelo carreiro a beira da ribeira, até as proximidades da Roliça.
Passada a ponte, virar à esquerda (R. Palácio Melo e Castro), para ir diretamente ao fontanário do Largo de D. Maria I, ponto de partida e de chegada do passeio.