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COMUNICADOS E NOTÍCIAS

 
 
Serviço Municipal de Protecção Civil e Defesa da Floresta do Bombarral
Praça do Município
2540-046 Bombarral
Tlf.: 262 609 020
E-mail: proteccaocivil@cm-bombarral.pt
 
 
 

AVISO À POPULAÇÃO - AGRAVAMENTO DAS CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) pelo Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), prevê-se, para os próximos dias, o agravamento das condições meteorológicas, salientando-se:
- Chuva forte e persistente nas regiões do Norte e do Centro no domingo, 10 de dezembro, e segunda-feira, 11 de dezembro;

- Chuva forte alargada todo o território do Continente a partir madrugada de segunda-feira, 11 de dezembro, até ao final da manhã desse dia;

- Queda de neve nos pontos altos da Serra da Estrela na segunda-feira, atingindo a cota de 800/1000 metros de altitude ao longo desse dia;

- Vento forte de sudoeste, a partir da tarde de domingo e durante segunda-feira, com rajadas até 90 km/h, na generalidade do Norte e Centro, e muito forte, com rajadas até 110 km/h, nas terras altas do Norte e do Centro, rodando gradualmente de quadrante para noroeste e diminuindo de intensidade;

- Agitação marítima na segunda-feira com ondas de altura superior a 5 metros em toda a costa ocidental.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt
 
 

Período Crítico dos Incêndios foi prolongado até 15 de novembro

O Ministério da Agricultura decidiu voltar a alargar o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, desta feita até dia 15 de novembro, devido à previsão de continuação de tempo quente e seco.

O Ministério da Agricultura decidiu voltar a alargar o período crítico do Sistema de Defesa da Floresta, desta feita até dia 15 de novembro, devido à previsão de continuação de tempo quente e seco.

Restrições DENTRO do PERÍODO CRÍTICO associadas à Classe de Risco de Incêndio Florestal

Não pode fazer queimadas (pasto, restolho e sobrantes cortados e não amontoados).

Não pode fazer queimas (sobrantes cortados e amontoados).

O uso de fogareiros e grelhadores é proibido em todo o espaço rural, salvo se usados fora das zonas críticas e nos locais devidamente autorizados para o efeito.

É proibido fumar ou fazer qualquer tipo de lume nos espaços florestais.

É proibido o lançamento de balões de mecha acesa e de foguetes. O uso de fogo-de-artifício só é permitido com autorização da Câmara Municipal.

É proibido fumigar ou desinfestar em apiários exceto se os fumigadores tiverem dispositivos de retenção de faúlhas.

É obrigatório uar de dispositivos de retenção de faíscas e de tapa-chamas nos tubos de escape e chaminés das máquinas de combustão interna e externa nos veículos de transporte pesados e 1 ou 2 extintores de 6 Kg, consoante o peso máximo seja inferior ou superior a 10 toneladas.

 
 

Período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios
Em vigor de 22 de junho a 30 de setembro

Período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios
O Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural definiu que, no ano de 2017, o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, vigorará de 22 de junho a 30 de setembro

O Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de junho, alterado pelos Decretos-Leis n.os 15/2009 e 17/2009, ambos de 14 de janeiro, 114/2011, de 30 de novembro e 83/2014, de 23 de maio, prevê um conjunto de medidas e ações de articulação institucional, de planeamento e de intervenção relativas à prevenção e proteção das florestas contra incêndios, nas vertentes da compatibilização de instrumentos de ordenamento, de sensibilização, planeamento, conservação e ordenamento do território florestal, silvicultura, infraestruturação, vigilância, deteção, combate, rescaldo, vigilância pós-incêndio e fiscalização, a levar a cabo pelas entidades públicas com competências na defesa da floresta contra incêndios e entidades privadas com intervenção no sector florestal.

Assumindo a prevenção estrutural um papel predominante, assente na atuação de forma concertada de planeamento e na procura de estratégias conjuntas, conferindo maior coerência regional e nacional à defesa da floresta contra incêndios, compete à autoridade florestal nacional a sua organização e coordenação, que durante o período crítico se integra na estrutura operacional coordenada pela Autoridade Nacional de Proteção Civil.

Nesta medida, para a definição de período crítico relevam, entre outros, o histórico das ocorrências de incêndios florestais e, em especial, as condições meteorológicas existentes e expectáveis.

Assim, estando previstas condições meteorológicas adversas de temperatura, que determinam o aumento do nível de perigosidade para alerta vermelho e laranja no território continental, que incrementam o nível de risco de ocorrência de incêndios florestais, torna-se necessário antecipar o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios durante o qual estão vedados certos comportamentos e procedimentos que configuram de per si um risco acrescido para a ocorrência de tais incêndios.


O que não se pode fazer durante o período crítico?

- Realizar queimas de qualquer tipo de sobrantes;

- Realizar fogueiras para recreio ou lazer e para confeção de alimentos, bem como utilizar equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos;

- Realizar queimadas;

- Lançamento de balões com mecha acesa e de quaisquer tipo de foguetes, exceto o lançamento de fogo-de-artifício e outros artefactos pirotécnicos, que não os anteriores, devidamente autorizado pela câmara municipal. 
 
 
Colaboradores da autarquia tiveram formação sobre o manuseamento de extintores
Edifício da Câmara vai ter um Plano de Segurança

No âmbito da criação do Plano de Segurança do edifício dos Paços do Município do Bombarral, o Serviço Municipal de Proteção Civil e Defesa da Floresta promoveu, no dia 6 de março de 2017, um formação sobre o manuseamento de extintores.

A ação foi ministrada pelos Bombeiros Voluntários do Bombarral e destinou-se aos colaboradores, previamente seleccionados entre os vários sectores da autarquia, que irão integrar a equipa a quem caberá a primeira intervenção em caso de sinistro.

“A protecção civil somos todos nós”, salientou Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Proteção Civil, defendendo que é importante promover “uma cultura de segurança”.

Antes do início da formação, a autarca aproveitou ainda para explicar o objectivo da criação do Plano de Segurança, realçando que esta foi a primeira das várias iniciativas que se pretende promover neste âmbito.

Quanto à formação, que se realizou no quartel dos soldados da paz, esta foi ministrada pelo bombeiro Jorge Frazoa e começou numa vertente mais teórica, tendo sido a abordados temas como a sinalização, os locais definidos para a colocação dos extintores, os vários tipos de incêndios e como se deve atuar para os extinguir, as classes do fogo, os vários tipos de extintores, ente outros.

Para finalizar, a ação prosseguiu no campo de treinos dos bombeiros, onde os colaboradores da autarquia puderam manusear extintores de pó químico e de CO2 com o intuito de extinguir dois tipos de fogo distintos.

A vertente prática foi acompanhada pelo adjunto de comando João Paulo Batista e pelos bombeiros Jorge Frazoa, João Aguiar e Nuno Penteado.
 
 
 
AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARíTIMA

No seguimento do contato com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje, 10 de fevereiro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada para as próximas 72 horas, prevê-se um agravamento das condições meteorológicas durante o fim-de-semana, devido à precipitação e vento nas regiões do Sul, em particular no Baixo Alentejo e Algarve, destacando-se:

– Precipitação mais intensa a Sul de Montejunto-Estrela, podendo ser pontualmente forte, no Baixo Alentejo e Algarve a partir da manhã de sábado, prolongando-se durante a tarde de sábado e durante o dia de domingo;

– Queda de neve acima de 800/1000 metros de altitude, subindo gradualmente a cota para 1200/1400 metros durante o dia de hoje e até manhã de sábado (11 fev);

– Vento forte (até 40 km/h) de quadrante leste no litoral a sul do cabo Carvoeiro e forte (até 50 km/h) nas terras altas, por vezes com rajadas até 95 km/h, rodando para o quadrante sul no Algarve a partir da tarde de sábado (11 fev), onde existe a possibilidade de ocorrência pontual e localizada de eventos extremos;

– Agitação marítima na costa ocidental, com ondas de NW com 4 a 5 metros de altura até final da manhã de sábado;

– Agitação marítima na costa sul com ondas de SW com 2 a 3 metros, passando a 3 a 4 metros a partir da noite de sábado e até final da manhã de domingo (12 fev).

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

– Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

– Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

– Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

– Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

– Danos em estruturas montadas ou suspensas;

– Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

– Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

– Possíveis acidentes na orla costeira;

– Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

– Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

– Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;

– Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

– Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

– Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

– Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

– Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

– Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

– Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Autoridade Nacional de Proteção Civil
 
 
Governo prorroga período crítico de incêndios

O Secretário de Estado das Florestas assinou a portaria que prorroga até ao próximo dia 15 de outubro o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios.

O período em causa estende-se normalmente até 30 de setembro. No entanto, «por força das circunstâncias meteorológicas excecionais», o Secretário de Estado Amândio Torres decidiu prolongar este período, mantendo os dispositivos de vigilância e combate a incêndios em estado de alerta.

Para Amândio Torres, «as condições meteorológicas determinam a adoção desta medida, tendo em conta que se prevê tempo seco e quente e ventos, ou seja, a conjugação de fatores 'amigos do fogo', que ajudam à propagação de incêndios e que podem transformar qualquer pequena ocorrência num enorme desastre».

Por isso, o Secretário de Estado pensa justificar-se «este esforço acrescido das instituições, nomeadamente das corporações de bombeiros, cujos elementos estão nesta altura já exaustos, tendo em conta o nível de esforço que lhes tem sido exigido».

Durante o período crítico de incêndios, nos espaços florestais ou agrícolas, é proibido:

fumar, fazer lume ou fogueiras;
fazer queimas ou queimadas;
lançar foguetes e balões de mecha acesa;
fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas;
fazer circular tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.
 
 
Protecção Civil do Bombarral tem o PMDFCI e o PME aprovados
PMDFCI já se encontra disponível para consulta no portal do Município

Encontra-se disponível para consulta, no portal do Município, o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios (PMDFCI) do concelho do Bombarral.

A elaboração deste documento resulta da necessidade que há em estabelecer medidas para que a sensibilização, a prevenção, a vigilância, a primeira intervenção e o combate, sejam ações planeadas ao longo do período de vigência deste plano, de forma integrada com todas as entidades intervenientes e com responsabilidade nesta área.

Composto por três cadernos, o primeiro constitui a base de informação, nomeadamente a caracterização física e climática, a caracterização da população, o uso do solo e análise do histórico e da casualidade dos incêndios florestais, que se traduz num diagnóstico específico do município.

No segundo é descrito o planeamento de ações, definindo metas, indicadores, responsáveis e estimativa orçamental, de acordo com os eixos estratégicos do plano.

O terceiro caderno, denominado Plano Operacional Municipal, traduz a operacionalização do plano, em particular para as ações de vigilância, deteção, fiscalização, primeira intervenção, combate, rescaldo e vigilância pós-incêndio.

Este último carece de uma atualização anual por parte da Comissão Municipal de Defesa da Floresta, composta por diversas entidades que têm intervenção nesta matéria, atualziação essa que foi recentemente aprovada.

O POM para 2016 conta com alguma alterações, sendo as de maior evidência a atualização dos contatos da Comissão e dos mapas e cartografia digital, visto que os meios e recursos existentes no município, bem como o dispositivo operacional não sofreu alterações do ano transacto.

Plano de Emergência Municipal também já foi aprovado

Mais recentemente, foi também aprovado, pela Comissão Nacional de Protecção Civil, o Plano de Emergência Municipal de Proteção Civil do Bombarral, plano que estará em vigência durante os próximos cinco anos.

Trata-se de um documento formal que define o modo de actuação dos vários organismos, serviços e estruturas a empenhar em operações de protecção civil a nível municipal., devendo também permitir antecipar os cenários susceptíveis de desencadear um acidente grave ou catástrofe, definindo a estrutura organizacional e os procedimentos para preparação e aumento da capacidade de resposta à emergência.

A aprovação do PMDFCI e do PME é motivo de grande satisfação para Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal o Bombarral com o Pelouro da Protecção Civil, que destacou o enorme esforço que foi necessário para ter estes documentos atualizados, cumprindo assim com as obrigações legais. 
 
 
 
AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO e AGITAÇÃO MARíTIMA

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado pelo Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se, de acordo com a informação prestada, que se espera para os próximos dias o agravamento das condições meteorológicas, com especial destaque para as regiões a norte do rio Tejo e, em particular, as regiões do Minho e do Douro Litoral.

Destacam-se como principais fatores de risco:

Precipitação persistente com picos de maior intensidade (>10 mm/h) durante o dia de hoje (8JAN) e no domingo (10JAN), podendo os valores acumulados ultrapassar os 200 mm durante este período;

Queda de neve acima dos 1400m (podendo descer pontualmente aos 1200m);

Vento a soprar forte com rajadas da ordem dos 90 km/h, no litoral, e 100 km/h, nas terras altas;

Agitação marítima na costa ocidental com ondas até 5m.

Informação hidrológica relevante:

Escoamento superficial e sub-superficial tendencialmente elevado, suscetível de originar inundações rápidas em zonas historicamente vulneráveis, em especial nas bacias hidrográficas dos rios Minho, Lima, Cávado, Ave, Vouga, Douro e Mondego. Não é de excluir a eventual ocorrência de situações de cheias associadas ao aumento do caudal das principais linhas de água.

As condições de saturação dos solos mostram-se favoráveis à de ocorrência de deslizamentos de terras, especialmente nas zonas de declive mais acentuado.

Não deixe de acompanhar as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Em função das condições meteorológicas atuais e previsíveis, espera-se:

Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, devido à acumulação de águas pluviais

e/ou insuficiência dos sistemas de drenagem;

Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água das zonas historicamente mais vulneráveis;

Inundações de estruturas urbanas subterrâneas por deficiências de drenagem;

Danos em estruturas montadas ou suspensas;

Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente durante períodos de preia-mar, que podem causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

Possibilidade de queda de ramos ou de árvores em virtude de vento mais forte;

Possíveis acidentes na orla costeira;

Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação em água dos solos.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recomenda à população que adote medidas de prevenção adequadas, nomeadamente que:

Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais, retirando inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou possam obstaculizar ao livre escoamento das águas;

Adote uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e de gelo nas vias de circulação;

Transporte e aplique as correntes de neve nas viaturas sempre que circular nas áreas atingidas por queda de neve;

Não atravesse zonas inundadas, de modo a evitar o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos existentes no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

Garanta uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto a áreas arborizadas, mantendo-se atenta à possibilidade de queda de ramos ou de árvores devido a vento mais forte;

Tenha especial cuidado na circulação junto da orla costeira e em zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;

Não pratique atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, e evita, também, o estacionamento de veículos na orla marítima;

Esteja atenta às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e das Forças de Segurança.
 
 
Serviço Municipal de Protecção Civil e Defesa da Floresta do Bombarral faz atendimento às quintas-feiras

O Serviço Municipal de Protecção Civil e Defesa da Floresta do Município do Bombarral vai ter disponível, a partir da próxima quinta-feira, dia 14 de janeiro de 2016, o serviço de atendimento ao público para prestar apoio aos munícipes nas vertentes da floresta e da proteção civil.

A funcionar no edifício dos Paços do Município do Bombarral, o atendimento, mediante marcação prévia, terá lugar todas as quintas-feiras, das 10:00 às 13:00 horas.

As marcações poderão ser efetuadas nos seguintes moldes:
- presencialmente na receção da Câmara Municipal
- telefone 262 609 020
- e-mails: gab.florestal@cm-bombarral.pt (assuntos florestais) e
proteccaocivil@cm-bombarral.pt (protecção civil).

O Serviço Municipal de Protecção Civil e Defesa da Floresta trata das situações relacionadas com as questões de segurança de pessoas e bens e presta apoio técnico e informativo nas diversas questões legais relacionadas com a floresta 
 
 

AVISO À POPULAÇÃO - PRECIPITAÇÃO, VENTO FORTE E AGITAÇÃO MARITIMA

Comunicado da Autoridade Nacional de Protecção Civil
 

1. SITUAÇÃO

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, dia 14 de setembro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se para as próximas 72 horas um agravamento excecional das condições meteorológicas nas regiões Norte e Centro:

  • Precipitação forte a partir da próxima madrugada e até à tarde de 16 de setembro, sendo muito forte no período 12H-24H de 15 de setembro, prevendo-se acumulados da ordem de 150 mm/24H e configurando valores que podem superar 40 mm/h ou 60 mm/6H;
  • Vento médio a soprar de sudoeste forte de forma persistente (até 100 km/H) nas terras altas do Norte e Centro, com rajadas que podem atingir 130 km/h. No litoral vento a soprar moderado a forte (até 45 km/h) com rajadas da ordem dos 90 km/h. Não são de excluir eventuais fenómenos extremos de vento,
  • Agitação marítima com ondas até 4m na costa ocidental a Norte do cabo Raso.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

  • Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água ou acumulação de neve ou gelo;
  • Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
  • Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
  • Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
  • Danos em estruturas montadas ou suspensas;
  • Possíveis acidentes na orla costeira;
  • Danos em estruturas junto à orla costeira;
  • Possíveis fenómenos de galgamento costeiro;
  • Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes pela perda da sua consistência.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

  • Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
  • Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
  • Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
  • Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
  • Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
  • Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
  • Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima,
  • Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
 
 
Tempo Seco e Perigo de Incêndio Florestal
Comunicado da Autoridade Nacional de Proteção Civil
 
Situação Meteorológica

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, 13 de julho, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), destaca-se até à próxima quarta-feira, dia 15 de julho:

– Temperatura máxima entre 34 e 40 ºC nas regiões do sul, interior norte e centro e Minho;
– Temperatura mínima entre 20 e 24 ºC no Algarve;
– Vento moderado (até 35 km/h) de nordeste nas terras altas das regiões do norte e do centro a partir do final do dia até ao final da manhã e de noroeste no litoral oeste em especial durante a tarde;
– Humidade relativa do ar inferior a 30% (e inferior a 20% na quarta-feira) nas regiões do sul, interior norte e centro e Minho;
– Noite seca no Algarve e interior centro de terça-feira para quarta-feira;
– Índice de risco de incêndio em nível elevado a muito elevado nas regiões do sul, Algarve e interior.
Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt .

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Em função da previsão da evolução das condições meteorológicas é expectável:

– Tempo seco e vento moderado com a permanência de condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios florestais.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que, de acordo com as disposições legais em vigor, não é permitido em todos os espaços rurais:

– Realização de queimadas, nem de fogueiras para recreio ou lazer, ou para confeção de alimentos;
– Utilização de equipamentos de queima e de combustão destinados à iluminação ou à confeção de alimentos;
– Queimar matos cortados e amontoados e qualquer tipo de sobrantes de exploração;
– O lançamento de balões com mecha acesa ou qualquer outro tipo de foguetes;
– Fumar ou fazer lume de qualquer tipo nos espaços florestais e vias que os circundem;
– A fumigação ou desinfestação em apiários com fumigadores que não estejam equipados com dispositivos de retenção de faúlhas.

Se efetuar trabalhos agrícolas e florestais, mantenha as máquinas e equipamentos limpos de óleos e poeiras, abasteça as máquinas a frio em local com pouca vegetação, e tenha cuidado com possibilidade de ocorrência de faíscas, durante a sua utilização.

A ANPC recomenda ainda a adequação dos comportamentos e atitudes face à situação de perigo de incêndio florestal, nomeadamente com a adoção das necessárias medidas de prevenção e precaução, observando as proibições em vigor e tomando especial atenção à evolução do perigo de incêndio para os próximos dias, disponível junto dos sítios da internet da ANPC e do IPMA, dos Gabinetes Técnicos Florestais das Câmaras Municipais e dos Corpos de Bombeiros.

Tendo em conta a presente situação meteorológica, é também possível a afetação de grupos populacionais mais vulneráveis (idosos e crianças, sem-abrigo e doentes do foro cardiorrespiratório) devido ao calor, pelo que se recomenda a observação das principais medidas de autoproteção para estas situações divulgadas pela Direção-Geral de Saúde em www.dgs.pt.
 
 
Bombarral acolheu ação de formação sobre a vespa velutina
Iniciativa foi promovida pelo Município, em parceria com a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária

O Município do Bombarral, em parceria com a Direcção Geral de Alimentação e Veterinária, promoveu, no passado dia 29 de abril de 2015, uma ação de formação acerca do “Plano de ação para a vigilância e controlo da vespa velutina em Portugal”.

Embora o concelho do Bombarral ainda não tenha sido afetado por esta problemática, é “importante as entidades competentes estarem sensibilizadas e preparadas para intervir quando for necessário”, referiu, na abertura da sessão, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com os pelouros da Protecção Civil e da Agricultura e do Desenvolvimento Rural.       

Destacando a importância da prevenção, a autarca alertou para o facto de “já haver 12 concelhos a norte do país afectados pela vespa velutina e nesse sentido é fundamental percebermos o que se está a passar e fazermos prevenção”.

Como salientou Rosa Guerra, “temos de estar cientes dos riscos que a vespa velutina acarreta para a apicultura, para a produção agrícola, para o ambiente e para a própria segurança das populações”.

A acção, que se realizou no Auditório Municipal, teve como público alvo os técnicos dos vários organismos da Administração Central e Local do Estado, das Câmaras Municipais, de organizações de apicultores, de caça e de produtores florestais, elementos do SEPNA/GNR, Bombeiros, Guardas de Recursos Florestais, Vigilantes da Natureza e Sapadores Florestais.

O primeiro painel, que contou com a intervenção de Sofia Quintan, da Direcção Geral de Alimentação e Veterinária, teve por finalidade dar conhecer as especificidades e características da vespa velutina.

No segundo painel, Joana Godinho, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, falou sobre os sistemas de vigilância, enquanto no painel seguinte Helena Paula Vicente, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, abordou a comunicação de suspeitas, através da plataforma SOS VESPA.

A acção de formação finalizou com o painel dedicado aos métodos de destruição, o qual foi apresentado pelo presidente da Federação Nacional de Apicultores de Portugal.
 
 
Bombarral já tem POM para 2015
Plano Operacional Municipal foi aprovado no passado dia 13 de abril

A Comissão Municipal de Defesa da Floresta do Concelho do Bombarral aprovou, no passado dia 13 de abril de 2015, o Plano Operacional Municipal (POM) para o ano de 2015.

Aprovado por unanimidade, o documento define a estratégia de prevenção e combate aos incêndios florestais, bem como a articulação entre os vários agentes de protecção civil.
 
Desenvolver um sistema de deteção e vigilância articulado e eficaz, mobilizar rapidamente os meios de combate, extinguir os incêndios na sua fase inicial, diminuir o número de reacendimentos e evitar o risco para a população e seus bens são alguns dos objectivos do POM.

Presidida pela vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Proteção Civil e Defesa da Floresta, Rosa Guerra, na reunião estiveram representadas as Juntas de Freguesia do concelho, os Bombeiros Voluntários do Bombarral, o Posto Territorial da Guarda Nacional Republicana de Bombarral, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, a Escola de Sargentos do Exército das Caldas da Rainha e a APAS Floresta - Associação dos Produtores Florestais.

Após a apresentação do POM, cada entidade presente foi convidada a pronunciar-se sobre o documento, como foi o caso de Rui Giestas, Coordenador de Prevenção Estrutural do ICNF, que elogiou o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido nesta área, destacando que o Bombarral é o segundo município do distrito a reunir condições para a entrega do Plano Operacional Municipal para 2015.

Outra das intervenções pertenceu ao comandante dos Bombeiros do Bombarral, Pedro Lourenço, que alertou para a necessidade de ser criado um ponto de água a norte do concelho, na zona do Salgueiro, permitindo uma acção mais eficaz dos meios aéreos naquela área.

Rui Giestas reforçou ainda a necessidade dos proprietários privados dos pontos de água identificados no plano, estarem sensibilizados para que em caso de incêndio os meios aéreos possam operar nos referidos pontos de água.

Entre outras questões, ficou igualmente registada a importância das várias entidades confirmarem, por escrito, a operacionalidade das mesmas em caso da necessidade de intervenção numa ocorrência, assim como, os meios humanos disponíveis para o efeito.

Apreciado o documento, o mesmo foi aprovado por unanimidade.
 
 
Apresentação do Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais para 2015
A sessão teve lugar no dia 30 de março no Auditório Municipal do Bombarral

Realizou-se esta segunda-feira, dia 30 de março de 2015, no Auditório Municipal do Bombarral, a apresentação do Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais para o ano de 2015.
A sessão contou com a presença de várias entidades ligadas à protecção civil, tendo estado representados os Bombeiros Voluntários e o posto da GNR do Bombarral, o Comando Distrital de Operações de Socorro, o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR, a Escola de Sargentos do Exército, a APAS Floresta e as Juntas de Freguesia do concelho.

Na abertura da reunião, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Protecção Civil, começou por recordar alguns números no que diz respeito aos incêndios que deflagraram no concelho do Bombarral em 2014, ano em que se registaram 29 ocorrências, que resultaram em cerca de dois hectares de área ardida.    

Além das condições meteorológicas, a autarca considera que estes números se devem igualmente “a outros factores extremamente decisivos e importantes, nomeadamente às campanhas de prevenção e sensibilização”.

A título de exemplo, focou algumas iniciativas promovidas pela autarquia, como a campanha Prevenção e Defesa da Floresta e Segurança no Lar, realizada em parceria com a GNR e com os Bombeiros do Bombarral pelas várias freguesias do concelho, ou a comemoração do Dia Mundial da Floresta e da Árvore com os alunos do 1º ciclo.         

Ainda em relação ao trabalho que tem sido desenvolvido nesta área, Rosa Guerra focou a elaboração do Plano Operacional Municipal, do Plano Municipal de Emergência e de Proteção Civil e do Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios.    

Finalizando, Rosa Guerra destacou a importância da prevenção e da vigilância, considerando ser “fundamental o inventário dos meios disponíveis no concelho, bem como a articulação destes meios e das entidades envolvidas no combate aos incêndios”.

Na apresentação do Dispositivo de Combate a Incêndios Florestais para 2015, Sérgio Gomes começou por destacar que estas sessões têm como principal finalidade abordar “os maiores constrangimentos e os aspectos que mais nos preocupam”.

Neste capítulo, sublinhou a importância do papel das Juntas de Freguesia, que “são quem está mais próximo das populações e melhor conhece o terreno”.

O Comandante Operacional Distrital apresentou ainda alguns números relativamente aos incêndios que lavraram no distrito nos últimos anos, destacando o de 2014, ano em que Leira foi o distrito do país com menos área ardida (103 hectares), apesar de não ter sido aquele onde se registaram menos ocorrências.   

Ao nível dos constrangimentos, Sérgio Gomes elencou as questões do ordenamento florestal, dos comportamentos de risco, da disponibilidade de máquinas de rasto, da rede viária florestal e dos pontos de água.

Quantos as aspetos a melhorar, focou, entre outros exemplos, o maior envolvimento dos Serviços Municipais de Protecção Civil e das Juntas de Freguesia e a sustentação logística das operações, exemplificando que “não há nada pior que um carro ficar parado por falta de gasolina ou termos pontos de água sem água”.

Na sua intervenção, o Comandante Operacional Distrital de Operações de Socorro de Leiria fez ainda questão de elogiar o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido no Bombarral, afirmando “a protecção civil no Bombarral é hoje bastante diferente de há uns tempos atrás”.

Outro dos intervenientes foi o Major João Caleiras, chefe de secção do Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente do Comando Territorial de Leiria da GNR, que apresentou aos presentes as tarefas que competem à Guarda Nacional Republicana no âmbito do combate aos incêndios.

No final, as entidades presentes foram convidadas a pronunciar-se, tendo os representantes da União de Freguesias do Bombarral e Vale Covo e da Junta de Freguesia do Carvalhal, Joaquim Marcos Henriques e João Mendonça, sublinhado a falta de verba para a manutenção e limpeza dos caminhos florestais.

Sobre esta temática, o Comandante Operacional Distrital adiantou que existe a possibilidade de apresentar candidaturas para a realização deste tipo de trabalhos, mas estas só são possíveis após a aprovação dos planos.

Finalizando, Sérgio Gomes aproveitou para informar os presentes que em 2015 haverá um acréscimo de meios no combate aos incêndios, afirmando, a título de exemplo, que os Bombeiros Voluntários do Bombarral irão este ano contar, durante a Fase Charlie (julho, agosto e setembro), com uma equipa de intervenção permanente com 10 elementos, em vez de cinco, como aconteceu no ano passado.
 
 
“E se houver um sismo no Bombarral”
Município do Bombarral sensibilizou os alunos dos 3º e 4º anos para a temática dos sismos

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Proteção Civil, o Município do Bombarral promoveu, no passado dia 25 de fevereiro de 2015, uma ação de sensibilização sobre sismos vocacionada para os alunos dos 3º e 4º anos do ensino básico.

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A ação decorreu no auditório do Agrupamento de Escolas Fernão do Pó e contou com a participação da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) e dos Bombeiros Voluntários do Bombarral (BVB).

Na abertura da sessão, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Proteção Civil, abordou a importância desta área de intervenção, passando a mensagem aos jovens estudantes de que “todos desempenhamos um importante papel nesta matéria”.

A autarca passou, de seguida, a palavra a Alda Lisboa, técnica da ANPC, a quem coube falar mais pormenorizadamente acerca da temática da ação de sensibilização.

Numa primeira fase, a técnica explicou o que é a proteção civil, especificando a forma de funcionamento do sistema, e enumerou os principais perigos, como os incêndios, as cheias, os acidentes rodoviários ou os sismos.    

Seguidamente, Alda Lisboa elencou os vários agentes de proteção civil e apresentou o Centro Táctico de Comando, equipamento que é montado no teatro de operações e onde se juntam as várias entidades para analisar a situação e decidir a medidas a tomar

Entrando propriamente na temática dos sismos, a técnica da ANPC explicou como surge este fenómeno natural e abordou as escalas de medição: a escala de Mercalli mede o grau de intensidade e os efeitos do sismo, enquanto a escala de Richter mede a sua magnitude.

No que diz respeito ao concelho do Bombarral, este situa-se no grau 9 da escala de Mercalli, indicando que no caso de ocorrer um sismo de elevada magnitude poderá verificar-se o desmoronamento de edifícios e danos consideráveis em construções muito sólidas.

De seguida, Alda Lisboa explicou aos estudantes algumas medidas de prevenção, que podem passar por fixar os móveis mais pesados à parede, não ter objetos a obstruir os locais de passagem ou ter um kit de emergência, com medicamentos, uma caixa de primeiros socorros, uma lanterna, um rádio, alimentos enlatados, entre outros.

Por último, a técnica da ANPC adiantou algumas atitudes que os estudantes devem tomar durante e após a ocorrência do sismo.    

Antes do regresso à sala de aula, os alunos tiveram ainda a oportunidade de experimentar o simulador de sismos dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, através do qual puderam exercitar os três gestos básicos de proteção em caso de sismo: baixar, proteger e aguardar!

João Paulo Batista, adjunto do comando dos BVB, mostrou-se “satisfeito” por perceber que os estudantes que participaram na ação “já têm algum conhecimento sobre o que foi falado”, salientando que “estes pequenos gestos são muito importantes para minimizar as consequências das situações de catástrofe”.
 
 
Dia Mundial da Proteção Civil foi assinalado no Bombarral

O Município do Bombarral assinalou, entre os dias 27 de fevereiro e 1 de março de 2015, o Dia Mundial da Proteção Civil com vária iniciativas que pretenderam chamar à atenção da população para esta área e, mais especificamente, para a problemática dos sismos.  

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“E se houver um sismo no Bombarral” foi o tema aglutinador desta ação que envolveu os vários agentes de proteção civil, nomeadamente os Bombeiros Voluntários do Bombarral, a Guarda Nacional Republicana e a Cruz Vermelha Portuguesa – Delegação do Bombarral.

Quem, durante estes três dias, passou pela Praça do Município, teve oportunidade de conhecer as viaturas e os equipamentos que estas entidades têm ao seu dispor caso haja necessidade de intervir numa situação de catástrofe.

No que diz respeito à Guarda Nacional Republicana, a instituição esteve representada pela Secção de Programas Especiais, pelo Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente, pelo Grupo de Intervenção Cinotécnico (GIC) e pelo Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro (GIPS).

Durante o evento, o GIC fez várias demonstrações com cães treinados no âmbito da manutenção da ordem pública e da deteção de estupefacientes, enquanto o GIPS trouxe até ao Bombarral uma viatura de intervenção rápida vocacionada para catástrofes de grandes dimensões.

Demonstrando grande disponibilidade, os militares responsáveis por esta viatura explicaram de forma pormenorizada, a quem foi passando pelo local, a finalidade de cada um dos equipamentos que a compõe.
   
Para além das suas viaturas, os soldados da paz bombarralenses trouxeram também até à Praça do Município o seu simulador de sismos, equipamento que visa sensibilizar os mais novos para esta problemática.

A pensar nos mais pequenos foi igualmente criada uma Pista de Trânsito, na qual os petizes puderam transitar com os carrinhos a pedais, obtendo no final uma carta de condução. Em determinados momentos os pequenos condutores foram inclusivamente abordados pelos agentes da autoridade.

Quem também se associou a esta iniciativa foi o Agrupamento de Escolas Fernão do Pó, tendo desafiado os alunos do ensino básico a realizarem desenhos alusivos às temáticas da proteção civil e dos sismos, os quais estiveram expostos na Praça do Município durante os três dias do evento.   

População foi sensibilizada para a temática dos sismos

No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Proteção Civil, realizou-se na tarde de sábado, dia 28, uma ação de sensibilização sobre sismos vocacionada para a população em geral.

Na abertura da sessão, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Proteção Civil, explicou o objetivo da ação, salientando a necessidade de haver “uma maior cultura de segurança e mais prevenção”.

A autarca, agradecendo aos oradores convidados, salientou que “só em parceria é que conseguiremos atingir os nossos objetivos”, acrescentando que “se assim não fosse este evento não seria possível”.

João Paulo Batista
Adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários do Bombarral


O primeiro orador a intervir foi João Paulo Batista, adjunto de comando dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, tendo começado por realçar que os “sismos acontecem quase todos os dias. Nós é que não os sentimos”, como foi o caso do que ocorreu no Bombarral no dia 14 de fevereiro deste ano, com uma magnitude de 1,5 na escala de Richter.

Na sua intervenção, o soldado da paz falou sobre o que é um sismo e quais as suas causas, explicou algumas terminologias associadas a este fenómeno, como o epicentro, o hipocentro ou a onda sísmica, e apresentou os equipamentos utilizados para a sua deteção e as escalas usadas para a sua medição.         

João Paulo Batista apresentou ainda, através de imagens, alguns exemplos de sismos, recorrendo aos que aconteceram em 2013 no Japão, em 2010 no Haiti e em 2003 na Indonésia.
 
De seguida, o bombeiro bombarralense enumerou algumas medidas de auto-proteção, como aprender a desligar a água, a luz e o gás, não deixar objetos a obstruir locais de passagem, ter um rádio, uma lanterna e pilhas, ter uma caixa de primeiros socorros ou ter água engarrafada e comida enlatada.

Explicou ainda quais as atitudes a tomar durante e após a ocorrência do sismo, nomeadamente ir para debaixo de uma mesa resistente ou de um vão de porta, proteger a cabeça e os olhos, não acender velas ou ligar interruptores, ir para um local aberto, longe de postes, árvores e edifícios, e cumprir com as recomendações dos agentes de proteção civil.

Sublinhando a importância da população estar sensibilizada e informada sobre estas matérias, João Paulo Batista frisou que “cada um de nós pode, com pequenos gestos, ajudar a minimizar as consequências que podem resultar de um sismo”.

Cabo João Frango
Secção de Programas Especiais da Guarda Nacional Republicana


Seguiu-se a intervenção do Cabo João Frango, da Secção de Programas Especiais da GNR, que falou mais especificamente sobre o que é a proteção civil, quais os agentes envolvidos, os domínios de atuação e os objectivos, que passam por prevenir, atenuar, socorrer, proteger bens e valores de elevado interesse público e apoiar a reposição da normalidade.

O militar da GNR enumerou algumas situações que podem motivar que seja acionado o sistema de proteção civil, como incêndios de grandes dimensões, acidentes rodoviários com um número elevado de vítimas ou condições meteorológicas extremas, e explicou os vários graus de alerta e as respetivas cores.
           
Na sua intervenção, o Cabo João Frango falou ainda sobre a intervenção da GNR nesta área, tendo dado como exemplo algumas tarefas desempenhadas pelos militares desta força policial, bem como a ação desempenhada pelo Grupo de Intervenção Cinotécnico e pelo Grupo de Intervenção de Proteção e Socorro.
 
 
Secretário de Estado da Administração Interna esteve no Bombarral


João Almeida, secretário de Estado da Administração Interna, esteve esta sexta-feira, dia 27 de fevereiro de 2015, no Bombarral para a abertura das comemorações do Dia Mundial da Protecção Civil, que decorreram até dia 1 de março, abordando a temática: “E se houver um sismo no Bombarral”.


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O evento, que teve como principal objetivo sensibilizar a comunidade para as questões da proteção civil, contou com a participação de várias entidades envolvidas nesta área de atuação, que apresentaram à população os meios que têm ao seu dispor no caso de serem chamados a intervir.   

“A sensibilização da população é essencial”
João Almeida


Na sua intervenção, o secretário de Estado da Administração Interna começou por elogiar “a importância que o Município do Bombarral dá ao tema da proteção civil”, sublinhando que “a eficácia de qualquer sistema, por muito bom que seja, depende em absoluto da capacidade de resposta nos diversos níveis, a começar por aquele que está mais próximo”.

Nesse sentido, João Almeida defende que “a sensibilização da população é essencial”, considerando que “a componente pedagógica tem uma relevância muito grande ao nível da proteção civil”.

Segundo o governante, “a população deve ser alertada e formada para sua realidade e riscos específicos. Os riscos existem e o que nós temos de fazer é minorá-los através da prevenção e preparando-nos para uma resposta mais eficaz”.

Pegando na temática escolhida para o evento, o secretário de Estado recordou o exercício “A terra treme” promovido anualmente, no dia 13 de outubro, pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, que “alerta para aquele que deve ser o comportamento de cada um no caso de existir um sismo”.

“Em virtude de nos situarmos, do ponto de vista geográfico, numa zona de risco sísmico elevado, faz com que nos devemos preparar especialmente para essa realidade”, frisou.

Abordando outros riscos, João Almeida focou a preocupação com a defesa da floresta contra incêndios e com os fenómenos costeiros. “A matéria de proteção civil não é estática, os riscos que corremos e a sua dimensão vão evoluindo, sendo altamente influenciados por certos fenómenos como as alterações climáticas”, acrescentou.
 
O governante elogiou ainda a autarquia por ter “conseguido reunir todos estas entidades nesta preocupação e ter prolongado esta evocação por vários dias e momentos, procurando atingir públicos diferentes”.  

Por último, o secretário de Estado prometeu estar “atento às várias solicitações”, afirmando que o Governo “está a preparar algumas reformas importantes, designadamente no que diz respeito ao financiamento das associações humanitárias”.

“A proteção civil somos todos nós”
Rosa Guerra

Por sua vez, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Proteção Civil, começou por abordar a suas funções, afirmando tratar-se de “um grande desafio tendo em conta a responsabilidade que esta área de atuação exige”.

Aproveitando a ocasião, a autarca fez um balanço do trabalho desenvolvido desde o início do mandato, que considera “positivo”, embora “não tenha sido fácil”. Neste âmbito, a autarca fez questão de evidenciar o apoio que recebeu de todas as entidades ligadas à proteção civil.

Especificando o que tem sido feito, Rosa Guerra adiantou que num primeira fase “procuramos criar uma maior proximidade com a população, sensibilizando e informando as pessoas sobre o que é a proteção civil e qual o papel que todos devemos desempenhar”.

Destacou ainda a ligação existente com a comunidade escolar, que foi igualmente alvo de várias ações de informação e sensibilização, tentando que os próprios alunos possam “levar esta mensagem aos seus pais e familiares”

Ao nível do trabalho desenvolvido, a autarca focou ainda a elaboração do Plano Municipal de Emergência e do Plano Municipal de Defesa da Floresta, que se encontram a ser finalizados, faltando apenas a aprovação das entidades competentes.    

Sobre o evento comemorativo, a autarca sublinhou o envolvimento de todos os agentes de proteção civil, que se disponibilizaram para apresentar à comunidade as suas viaturas e equipamentos, permitindo “à população perceber o meios envolvidos nesta área”.  

Finalizando, dirigiu-se à população, afirmando que “temos que ter em mente que a proteção civil somos todos nós, todos podemos contribuir para minimizar riscos”.

“Com o trabalho que estamos a realizar, podemos ficar mais tranquilos relativamente à concretização do objetivo máximo da proteção civil: a salvaguarda de pessoas e bens”, concluiu.

“A prevenção é um importante meio para a minimização das catástrofes”
José Manuel Vieira

Outro dos intervenientes da tarde foi o presidente da Câmara Municipal. José Manuel Vieira sublinhou a pertinência de se assinalar esta efeméride, destacando o envolvimento “ativo das entidades ligadas à prevenção, segurança e proteção de pessoas e bens”.    

Para o autarca, os agentes de proteção civil “devem encarar a prevenção como um importante meio para a minimização das catástrofes”, embora reconheça que “por mais que nos preparemos e melhores sejam os equipamento ao nosso dispor, existem sempre imprevistos”.

O edil realçou o trabalho que tem sido feito pelo Município, “desenvolvendo os contactos que há muito se impunha fazer, reunido com todos os agentes e parceiros envolvidos neste objetivo comum”.

Fez ainda uma referência aos elementos que integram os vários agentes de proteção civil e que “ desempenham um trabalho voluntário em prol dos outros”, considerando que “a melhor maneira de lhes agradecer passa por estarmos sempre ao lado das estruturas das quais fazem parte, apoiando-as com todos os recursos que possamos facultar”

Afirmando que as autarquias e as instituições públicas “têm um papel importante no funcionamento e no apetrechamento técnico dos agentes de proteção civil”, o autarca apelou ao secretário de Estado para que através “da sua atuação possa maximizar e rentabilizar os escassos meios que o país possui”.

Dirigindo-se à população em geral, o presidente da autarquia afirmou que “cada um de nós é um agente ativo de proteção civil”, e nesse sentido deve haver “um maior envolvimento e interesse de todos relativamente a estas matérias”.
 
 
Plano Municipal de Emergência foi apresentado

O Auditório Municipal do Bombarral acolheu, no dia 15 de janeiro de 2015, a reunião da Comissão Municipal de Protecção Civil, que teve por finalidade a apresentação do Plano Municipal de Emergência.

Constituída por várias entidades e instituições imprescindíveis às operações de proteção e socorro, a comissão tem por missão assegurar a articulação entre as várias entidades e garantir os meios adequados à gestão da ocorrência de acidentes graves ou catástrofes.

Entre outras tarefas, é da responsabilidade desta comissão a análise permanente das vulnerabilidades perante situações de risco, a informação e sensibilização das populações e o planeamento de soluções de emergência visando a prestação de socorro, a evacuação, o alojamento e o abastecimento das populações, bem como a inventariação dos recursos e meios disponíveis.

É neste contexto que surge o Plano Municipal de Emergência, documento que as várias entidades vão agora ter oportunidade de analisar com mais pormenor, afim de poderem apresentar as suas ideias e sugestões, como frisou na altura a vereadora da Câmara Municipal do Bombarral com o pelouro da Protecção Civil, Rosa Guerra.  

No referido plano, cuja elaboração está a cargo da técnica florestal Gabriela Carreira, é definido o modo de actuação dos vários organismos, serviços e estruturas no âmbito das operações de protecção civil, de forma a aumentar a capacidade de resposta à emergência.   

O Plano Municipal de Emergência exprime um conjunto de medidas, normas, procedimentos e missões, destinado a fazer face a uma situação de acidente grave ou catástrofe e a minimizar as suas consequências.

Entre outras áreas, no documento estão expressos os vários critérios para a activação do plano de emergência, bem como definidas as tarefas a desempenhar pelos agentes de protecção civil e pelos organismos e entidades de apoio

No plano estão igualmente estipuladas as várias áreas de intervenção, que se dividem da seguinte forma: administração de meios e recursos, apoios logístico às forças de intervenção, apoio social às populações, comunicação, gestão de informação de apoio às operações, gestão de informação pública, procedimentos de evacuação, manutenção da ordem pública, socorro e salvamento e serviços mortuários.

Em cada uma das referidas áreas, é definida qual a entidade coordenadora, quais as entidades intervenientes e quais as entidades de apoio. No documento estão também determinadas as prioridades de ação em cada uma das áreas de intervenção.       

Após a inclusão das sugestões das várias entidades que integram a comissão, o documento será reencaminhado para a Autoridade Nacional de Protecção Civil, a quem caberá a sua aprovação.    

Constituição da Comissão Municipal de Protecção Civil:

Presidente da Câmara Municipal; vereadora do pelouro da Protecção Civil; comandante operacional municipal; comandante do Bombeiros Voluntários; comandante da Guarda Nacional Republicana; diretora da Unidade de Cuidados de Saúde do Bombarral; Núcleo da Cruz Vermelha Portuguesa do Bombarral; Serviços de Segurança Social e Solidariedade; Agrupamento de Escuteiros 516; Estradas de Portugal; EDP; REFER; Santa Casa da Misericórdia; Escola de Sargentos do Exército; Agrupamento de Escolas Fernão do Pó; Rodoviário do Tejo; CTT; Instituto de Conservação da Natureza e Florestas; Centro Social Paroquial; Cooperativa Agrícola; e Juntas de Freguesia.
 
 
AVISO À POPULAÇÃO - Precipiração, vento forte, neve e agitação marítima

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), salienta-se para as próximas 24H:

Precipitação – Aguaceiros localmente intensos (> 10mm/h ou 20 mm/3H) a progredir de Norte para Sul, com particular incidência no litoral a Norte do cabo Mondego

Vento – Intensidade até 50 km/h no litoral, temporariamente com rajadas de 90km/h à passagem da frente

Neve – Possibilidade de queda de neve a cotas de 600 - 800 m, a afetar as serras doGerês, Alvão, Montemuro, Montesinho, Marão, Estrela, com acumulação inferior a 5 cm.

Agitação Marítima - Ondulação forte nas costa ocidental, de NW, a variar entre os 4 - 6m especialmente a Norte do cabo Raso, a partir da tarde

Prevê-se um desagravamento destas condições a partir da tarde de amanhã, 16 de janeiro.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.
 
 
AVISO À POPULAÇÃO - TEMPO FRIO
Autoridade Nacional de Protecção Civil


No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje, 6 de janeiro, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC),prevê-se para os próximos dias:

Situação de tempo frio e seco, com temperaturas mínimas abaixo do normal para a época.

Condições para persistência de nevoeiros, que poderão SER gelados em especial nas regiões do interior.

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

Piso rodoviário escorregadio devido à formação de geada, em especial nas regiões do interior e visibilidade reduzida em zonas de nevoeiro;

Intoxicações por inalação de gases,devido a inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;

Incêndios em habitações, resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou de avarias em circuitos elétricos;

Necessária especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo


A Direcção-Geral da Saúde recomenda a adoção das seguintes medidas:

Que se evite a exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura;

O uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;

A proteção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol);

A ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o álcool que proporcio na uma falsa sensação de calor;

Especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade.

A Autoridade Nacional de Proteção Civil recomenda ainda:

Especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex. braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação e levar à morte;

Que se assegure uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;

Que se evite o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;

Que se tenha em atenção a condução em locais onde se forme gelo na estrada, adotando uma condução defensiva;

Especial atenção por parte das famílias e vizinhos, e das redes sociais de proximidade, com as situações de pessoas idosas ou em condição de maior isolamento.

Para além das recomendações acima descritas, encontrará informação adicional em www.dgs.pt, www.ipma.pt e www.prociv.pt.

Através da Linha Saúde 24 (808 24 24 24) poderão os cidadãos obter esclarecimentos adicionais sobre os efeitos do frio na saúde, medidas de autoproteção ou ser devidamente encaminhados para os serviços de saúde quando se justifique.
 
 
Aviso à população
Agravamento das condições meteorológicas nas regiões Norte e Centro


No seguimento de informação atualizada e transmitida pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se a partir do final do dia de hoje, 3 de novembro, e previsivelmente até ao final de quinta-feira, 6 de novembro, um agravamento das condições meteorológicas nas regiões Norte e Centro:

Períodos de chuva persistente e por vezes forte, no território continental, em especial nas regiões do litoral norte e centro, a partir do início da tarde até ao final do dia;

Vento de sudoeste forte a partir da manhã com rajadas da ordem de 80 km/h no litoral e de 95 km/h nas terras altas, nas regiões do norte e do centro, rodando para noroeste a partir do final da tarde;

Agitação marítima na costa ocidental, em especial a norte do cabo Raso com ondas de noroeste até 4,5 metros.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt.

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis.

Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;

Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

Danos em estruturas montadas ou suspensas.

Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se mantem as recomendações e a necessidade da observação e divulgação das principais medidas de autoproteção adequadas para estas situações, nomeadamente:

Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;

Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;

Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;

Estar atenta às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
 
 

“Prevenção e defesa da floresta e segurança no lar”

Prevenir em vez de remediar foi o lema da ação de sensibilização que percorreu, na semana de 26 a 30 de maio de 2014, as várias freguesias do concelho do Bombarral, alertando a população para às temáticas dos fogos florestais e das burlas na via pública. 

 
Intitulada “Prevenção e defesa da floresta e segurança no lar” a iniciativa foi promovida pela Protecção Civil Municipal, em colaboração com a Guarda Nacional Republicana e os Bombeiros Voluntários do Bombarral, com o intuito de criar uma maior proximidade com a população e esclarecer as suas dúvidas. 

Muitos quilómetros depois, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Protecção Civil, mostrou-se satisfeita pela forma como a ação decorreu, destacando a importância da mesma tendo em conta a falta de informação das pessoas em relação a algumas das temáticas abordadas.

Na opinião de Rosa Guerra, “o trabalho que desenvolvemos nesta semana foi muito útil e positivo, tendo as pessoas demonstrado muito interesse na mensagem que lhes quisemos transmitir”.   

Ao longo dos cinco dias em que decorreu a iniciativa, a autarca contou com a companhia do comandante do posto da GNR do Bombarral, 2º Sargento Batista, do chefe do núcleo de protecção e ambiente da GNR, 1º Sargento Fernando, do chefe e de um militar da secção de programas especiais da GNR, Cabo João Frango e Guarda Principal Ramos, respectivamente, e dos bombeiros Nuno Penteado e Jorge Frazoa.  

Para além das ações de rua, no dia 29 a iniciativa passou também pelo Auditório Municipal, onde aos intervenientes atrás referidos se juntaram o presidente da Câmara Municipal, José Manuel Vieira, e o comandante dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, Pedro Lourenço.

A questão das burlas aos idosos foi a primeira a ser abordada, tendo o Cabo João Frango falado sobre as várias formas como os burlões se apresentam e alguns dos argumentos que estes costumam usar. 

O chefe da secção dos programas especiais da GNR transmitiu ainda algumas medidas que as pessoas devem tomar para evitar que sejam burladas, destacando que estas ações já começam a ter efeitos práticos, uma vez que as situações de burla têm vindo a diminuir.

Seguiu-se o comandante dos soldados da paz bombarralenses, cuja intervenção se centrou nos incêndios urbanos. Pedro Lourenço deixou alguns conselhos sobre o que se deve fazer para evitar os incêndios e sobre as medidas de prevenção a ter em conta.

A última intervenção pertenceu ao chefe do núcleo de protecção e ambiente da GNR. Uma das temáticas abordadas foi a das queimas e queimadas, tendo os presentes sido alertados para o facto de ser proibido o uso de fogo durante o período crítico, que no ano de 2014 decorrerá entre 1 de julho e 30 de setembro. 

Fora desse período, como frisou, a proibição mantêm-se quando o risco de incêndio se encontra nos níveis muito elevado e máximo.

O 1º Sargento Fernando frisou ainda que, no caso das queimas, embora não seja um imperativo legal, os populares devem avisar os Bombeiros ou a GNR, enquanto as queimadas só podem ser levadas a cabo com a presença dos soldados da paz ou de uma equipa de sapadores florestais. 

No capítulo da prevenção dos incêndios, o agente falou ainda sobre gestão da faixa de combustível, alertando para a obrigatoriedade da limpeza do espaço envolvente às habitações inseridas ou em continuada com o espaço florestal.

As novas regras de plantação de espécies florestais foi outro dos temas focados. Como frisou, as arborizações e rearborizações carecem sempre de autorização da Câmara Municipal ou Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, consoante as áreas de plantação.     

Ao longo das ações de rua, o 1º sargento Fernando também alertou os populares para a questão dos produtos fitofarmacêuticos e respetivas embalagens. O agente da GNR explicou que os agricultores devem criar nos armazéns agrícolas um espaço próprio para os acondicionar e que após a sua utilização, as embalagens vazias devem ser entregues nos locais indicados para o efeito.

No final, o público presente teve oportunidade de colocar questões e foram muitas as pessoas que aproveitaram a ocasião para esclarecer as suas dúvidas. 
 
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Plano de Contingência para Temperaturas Extremas Adversas 
Módulo Calor  2014
 
Site: www.dgs.pt
 
Orientações Técnicas da DGS
 
 
•    Recomendações gerais para a população
Circular Informativa nº 24/DA de 09/07/2009

•    Prevenção de riscos para a saúde associados ao fumo produzido pelos incêndios
Orientação nº 16/2011 de 16/05/2011

•    Precauções a observar nas actividades recreativas aquáticas de crianças e jovens

•    Recomendações para turistas
Orientação nº 14/2011 de 16/05/2011

Recommendations for Tourists
Orientação nº 15/2011 de 16/05/2011

•    Recomendações para creches e infantários
Circular Informativa nº 30/DSAO de 21/07/2010

•    Recomendações para estabelecimentos de acolhimento de idosos
Circular Informativa nº 31/DSAO de 21/07/2010
 
•    Recomendações para responsáveis pelo apoio a pessoas sem abrigo
Circular Informativa nº 32/DSAO de 21/07/2010

•    Recomendações para trabalhadores
Circular Informativa nº 33/DSAO de 21/07/2010
 
•    Recomendações sobre vestuário apropriado em períodos de temperaturas elevadas
Circular Informativa nº 23/DA de 02/07/2009

•    Recomendações para insuficientes renais
Circular Informativa nº 29/DSAO de 21/07/2010

•    Recomendações para as grávidas
Circular Informativa nº 25/DA/DSR de 20/07/2009

•    Recomendações para desportistas
Circular Informativa nº 29/DA de 07/08/2009
 
Material Informativo DGS
 
 
A Direção-Geral da Saúde disponibiliza alguns materiais informativos para divulgação que incluem folhetos com recomendações, cartazes, desenhos para pintar, um filme com recomendações gerais para períodos de calor intenso e outros materiais didáticos.
 
Folhetos
•    Recomendações gerais
•    Cuidados com as crianças
•    Medidas de Prevenção para Pessoas com Diabetes
•    Recomendações para turistas (Português)
•    Recomendações para turistas (English)
•    Recomendações para turistas (Castellano)
 
Cartazes
•    Cartaz Calor 2011 (1)
•    Cartaz Calor 2011 (2)
 
Desenhos para pintar

 
Cuidados a ter com a exposição solar
 
 
Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) - Cuidados com a exposição solar
A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) tem vindo a desenvolver diversos materiais didácticos com o objectivo de sensibilizar a população, em geral, e as crianças, em particular, para os cuidados a ter com a exposição solar, seja no campo, na praia ou na piscina, seja em actividades lúdicas ou profissionais ao ar livre.
Esses materiais podem ser consultados ou reproduzidos.
•    Zé Pintas - versão em português e versão em inglês
•    Cartaz - Goze o Sol à Sombra, para uma boa protecção (Em tamanho A3 pode ser solicitado à APCC)
•    Folheto verão  
•    Folheto desporto  
•    Folheto fotoeducação  
•    Folheto - Verão com prevenção, pele sem escaldão (tipos de pele, atenção aos sinais corporais e regra da sombra)
•    Semáforo Solar
•    Poster do Dia do Euromelanoma
•    Folheto informativo sobre lesões de risco e pele de risco
•    Folheto informativo sobre como prevenir o cancro da pele

 
DGS - Ozono de superfície - O que deve saber e o que deve fazer (MAIS INFORMAÇÃO AQUI)

Verão: cuidados a ter com Piscinas (MAIS INFORMAÇÃO AQUI)
 
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DEFESA DA FLORESTA CONTRA INCÊNDIOS - INFORMAÇÃO
 
A Guarda Nacional Republicana, os Bombeiros Voluntários e a Câmara Municipal do Bombarral, informam os proprietários, arrendatários, usufrutuários ou entidades que, a qualquer título, detenham terrenos confinantes com edificações, designadamente habitações, estaleiros, armazéns, oficinas, fábricas ou outros equipamentos, devem proceder à gestão de combustíveis (limpeza de matos ou outras formações vegetais espontâneas) numa faixa de 50 metros à volta daquelas edificações ou instalações. De referir que esses trabalhos resultam de um imperativo legal por força do Decreto-Lei n.º 124/2006, de 28 de Junho.

As entidades acima referidas informam ainda que o período crítico no âmbito da defesa da floresta contra incêndios, para o ano 2014, vigora entre o dia 1 de julho e o dia 30 de setembro do presente ano, sem prejuízo de a todo o tempo ser prorrogado em função das condições meteorológicas ou ambientais, época esta em que é proibido efetuar qualquer tipo de queimada ou queima. De referir que o período supracitado, foi definido através da Portaria n.º 110/2014, de 22 de maio.

Cumpre também comunicar que fruto das alterações ao Código Penal, introduzidas através da Lei n.º 56/2011, de 15 de Novembro, a conduta de provocar incêndio em terrenos incultos, nomeadamente povoados com matos, silvados ou outras formações vegetais espontâneas, ou em terrenos agrícolas ou pastagens, próprios ou alheios, fora das condições admissíveis, consubstancia um ilícito criminal.
 
 
 
 
“Prevenção e defesa da floresta e segurança no lar”
 
Prevenir em vez de remediar foi o lema da ação de sensibilização que percorreu, na semana de 26 a 30 de maio de 2014, as várias freguesias do concelho do Bombarral, alertando a população para às temáticas dos fogos florestais e das burlas na via pública.
 
Intitulada “Prevenção e defesa da floresta e segurança no lar” a iniciativa foi promovida pela Protecção Civil Municipal, em colaboração com a Guarda Nacional Republicana e os Bombeiros Voluntários do Bombarral, com o intuito de criar uma maior proximidade com a população e esclarecer as suas dúvidas.

Muitos quilómetros depois, Rosa Guerra, vereadora da Câmara Municipal com o pelouro da Protecção Civil, mostrou-se satisfeita pela forma como a ação decorreu, destacando a importância da mesma tendo em conta a falta de informação das pessoas em relação a algumas das temáticas abordadas.

Na opinião de Rosa Guerra, “o trabalho que desenvolvemos nesta semana foi muito útil e positivo, tendo as pessoas demonstrado muito interesse na mensagem que lhes quisemos transmitir”.   

Ao longo dos cinco dias em que decorreu a iniciativa, a autarca contou com a companhia do comandante do posto da GNR do Bombarral, 2º Sargento Batista, do chefe do núcleo de protecção e ambiente da GNR, 1º Sargento Fernando, do chefe e de um militar da secção de programas especiais da GNR, Cabo João Frango e Guarda Principal Ramos, respectivamente, e dos bombeiros Nuno Penteado e Jorge Frazoa.  

Para além das ações de rua, no dia 29 a iniciativa passou também pelo Auditório Municipal, onde aos intervenientes atrás referidos se juntaram o presidente da Câmara Municipal, José Manuel Vieira, e o comandante dos Bombeiros Voluntários do Bombarral, Pedro Lourenço.

A questão das burlas aos idosos foi a primeira a ser abordada, tendo o Cabo João Frango falado sobre as várias formas como os burlões se apresentam e alguns dos argumentos que estes costumam usar.

O chefe da secção dos programas especiais da GNR transmitiu ainda algumas medidas que as pessoas devem tomar para evitar que sejam burladas, destacando que estas ações já começam a ter efeitos práticos, uma vez que as situações de burla têm vindo a diminuir.

Seguiu-se o comandante dos soldados da paz bombarralenses, cuja intervenção se centrou nos incêndios urbanos. Pedro Lourenço deixou alguns conselhos sobre o que se deve fazer para evitar os incêndios e sobre as medidas de prevenção a ter em conta.

A última intervenção pertenceu ao chefe do núcleo de protecção e ambiente da GNR. Uma das temáticas abordadas foi a das queimas e queimadas, tendo os presentes sido alertados para o facto de ser proibido o uso de fogo durante o período crítico, que no ano de 2014 decorrerá entre 1 de julho e 30 de setembro.

Fora desse período, como frisou, a proibição mantêm-se quando o risco de incêndio se encontra nos níveis muito elevado e máximo.

O 1º Sargento Fernando frisou ainda que, no caso das queimas, embora não seja um imperativo legal, os populares devem avisar os Bombeiros ou a GNR, enquanto as queimadas só podem ser levadas a cabo com a presença dos soldados da paz ou de uma equipa de sapadores florestais.

No capítulo da prevenção dos incêndios, o agente falou ainda sobre gestão da faixa de combustível, alertando para a obrigatoriedade da limpeza do espaço envolvente às habitações inseridas ou em continuada com o espaço florestal.

As novas regras de plantação de espécies florestais foi outro dos temas focados. Como frisou, as arborizações e rearborizações carecem sempre de autorização da Câmara Municipal ou Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, consoante as áreas de plantação.     

Ao longo das ações de rua, o 1º sargento Fernando também alertou os populares para a questão dos produtos fitofarmacêuticos e respetivas embalagens. O agente da GNR explicou que os agricultores devem criar nos armazéns agrícolas um espaço próprio para os acondicionar e que após a sua utilização, as embalagens vazias devem ser entregues nos locais indicados para o efeito.

No final, o público presente teve oportunidade de colocar questões e foram muitas as pessoas que aproveitaram a ocasião para esclarecer as suas dúvidas.

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Comunicado Técnico-Operacional N.º 012/2014
Comando Distrital Operações de Socorro de Leiria
 
Condições Meteorológicas Adversas – Precipitação, vento forte e agitação marítima.

De acordo com a informação atualizada pelo IPMA, prevê-se para o dia de amanhã (14FEV2014) agravamento das condições meteorológicas, sendo de salientar:

· Precipitação persistente pontualmente intensa com valores acumulados da ordem dos 40mm/24h, em especial nas regiões do Minho e Douro Litoral;

· Vento SW/W forte acompanhado de rajadas que poderão atingir os 100km/h nas regiões do litoral Norte e Centro e terras altas;

· Agitação marítima forte com valores a variar entre os 5-7m, para a costa ocidental.

· Espera-se um desagravamento da situação meteorológica a partir das 21h de amanhã, passando a regime de aguaceiro dispersos, que poderão ser de neve nas regiões do Gerês e Estrela.

Situação Hidrológica

Mantêm-se elevados os níveis hidrométricos nas principais bacias, com destaque para o Tejo, não se prevendo, com os dados disponíveis de momento, que haja alterações significativas nos próximos dias.
 
 
 
Comunicado Técnico-Operacional N.º 009/2014
Comando Distrital Operações de Socorro de Leiria
 
Condições Meteorológicas Adversas – Precipitação, vento forte e agitação marítima.

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, espera-se que a partir do final do dia de hoje (07 FEV), agravamento das condições meteorológicas de onde se salienta:

Precipitação forte a partir do final do dia, com especial incidência nas regiões do litoral Norte e Centro durante a madrugada;

Vento a soprar forte no litoral e terras altas com rajadas da ordem dos 90 km/h;

Queda de neve em cotas que podem chegar aos 600 m;

Agitação marítima com ondas até 5 m em toda a costa ocidental.

De salientar que estas condições têm tendência para sofrer um novo agravamento para a tarde do dia 9FEV, situação que irá ser acompanhada durante os dias de hoje e amanhã.

Situação Hidrológica

Bacias dos rios Lima, Cávado, Tâmega, Vouga, Mondego e Tejo susceptíveis à ocorrência de cheias, nas zonas historicamente vulneráveis.
 
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Comunicado Técnico-Operacional N.º 008/2014
Comando Distrital Operações de Socorro de Leiria

 
Condições Meteorológicas Adversas - Precipitação, vento forte e agitação marítima

De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA, espera-se que a partir do final do dia de hoje (05 FEV), agravamento das condições meteorológicas de onde se salienta:

Vento forte (aproximadamente  50km/h) do quadrante W, temporariamente acompanhado de rajadas com intensidades a variar entre 100-120km/h, em especial nas regiões do litoral Norte e Centro, e nas terras altas;

Precipitação persistente localmente intensa (acumulados 50mm/12h) nas regiões do Minho e Douro Litoral.

Agitação Marítima forte com ondulação a variar entre os 5-7m na costa ocidental, prevendo-se que altura máxima possa atingir os 10-13m;

Situação Hidrológica

Bacias dos rios Lima, Cávado, Tâmega, Vouga, Mondego e Tejo susceptíveis à ocorrência de cheias, nas zonas historicamente vulneráveis.
 
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Condições Meteorológicas Adversas – Precipitação e vento forte (23 e 24 outubro)

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), prevê-se, um agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje (23OUT) e durante o dia de amanhã (24OUT),com possibilidade de ocorrência de:

Precipitação persistente e por vezes intensa (>10 mm/h) em todo o território, entre as 00H00 de hoje e as 00H00 de amanhã, merecendo especial atenção as regiões Norte e Centro, incluindo Alto Alentejo no período entre as 9H00 e as 15H00 de amanhã onde podem ser atingidos acumulados de precipitação superiores a 40 mm/6h.

Vento a soprar moderado a forte no litoral Oeste a norte do cabo de Sines, com rajadas da ordem dos 70 km/h. Nas terras altas vento a soprar forte a muito forte, em especial no interior Norte e Centro, com rajadas que podem atingir os 100 km/h.

Pontualmente pode ocorrer, durante este período, a organização de fenómenos convectivos mais intensos, dando origem a trovoadas e fenómenos extremos de vento localizados.

Comando Distrital Operações de Socorro de Leiria

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AVISO AMARELO - Das 15 horas de 21 de outubro às 9 horas de 22 de outubro

Face à previsão meteorológica do IPMA - Instituto Português do Mar e Atmosfera, o mesmo definiu que o distrito de Leiria está sob o AVISO AMARELO, entre as 15 horas de hoje, segunda-feira, e as 9 horas de terça-feira.

Segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, prevê-se para o distrito de Leiria, a partir das 15 horas, a ocorrência de ventos fortes de sudoeste com rajadas da ordem dos 80 Km/h. Prevê-se igualmente que durante a madrugada de terça-feira. 22 de outubro, ocorram períodos de chuva forte por vez acompanhados de trovoada.
 
 
Saiba quais as principais metidas de prevenção a tomar:

- Proceder à limpeza dos sistemas de escoamento de águas pluviais;
- Fixar devidamente todas as estruturas mais frágeis;
- Adotar sempre uma condução defensiva;
- Evitar caminhar em zonas arborizadas, pois existe perigo da queda de alguns ramos/troncos;
- Estar sempre atento a todas as atualizações de informação por parte da Proteção Civil.


Consequências expectáveis:

- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
- Possibilidade de queda de ramos ou árvores.
 
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ALERTA AMARELO - Meteorologia, sexta-feira, 27 de setembro

Informamos que durante o dia de amanhã, sexta-feira 27, ocorrerá, segundo previsão do IPMA - Instituto Português do Mar e Atmosfera, chuva e ventos fortes.

No nosso concelho é esperada precipitação com alguma expressão da parte da manhã, assim como ventos na ordem dos 20Km/h com rajadas que podem chegar aos 50Km/h.

Face ao exposto, solicitamos especial cuidado com todo o tipo de estruturas que possam ceder nestas circunstâncias, assim como proceder à limpeza dos locais para onde a água pluvial possa escoar livremente.

Fonte: Bombeiros Voluntários do Bombarral
 
 
 
Imagens do Instituto Superior Técnico
 
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CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS - 7 março 2013
Precipitação e vento forte

FAÇA AQUI O DOWNLOAD DO COMUNICADO

 


Situação Meteorológica: No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) realizado hoje no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com as previsões meteorológicas disponibilizadas, salienta-se para os próximos dias: Aguaceiros pontualmente fortes (>10mm/h) que poderão ser mais intensos nas regiões Norte e Centro; Vento forte (60km/h) de sudoeste (SW) com rajadas que poderão atingir os 110km/h para o litoral e terras altas; Prevê-se que esta situação se manterá até ao dia de domingo (10Mar), com fases de agravamento e desagravamento durante o período do EAE.


    Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:
Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
Danos em estruturas montadas ou suspensas;
Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistencia.
 
A ANPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção e precaução, nomeadamente: Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas; Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias; Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas; Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas; Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas; Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima; Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.  
 
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CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS ADVERSAS - 05 de MARÇO, DAS 12H ÀS 23:59H
Precipitação e vento forte  - VEJA AQUI O COMUNICADO

Aguaceiros que poderão ser localmente muito fortes (>10mm/h), acompanhados da queda de granizo e rajadas acima dos 90km/h, em especial para as regiões Centro e Sul do território. Salienta-se a possibilidade de ocorrência de fenómenos extremos.
  
Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:
Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
Danos em estruturas montadas ou suspensas;
Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem.    
 
A ANPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção e precaução, nomeadamente:
Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

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CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS ADVERSAS 21 e 22 FEVEREIRO 2013
Precipitação e vento forte

 

 

    - VEJA AQUI O COMUNICADO


Prevê-se, um agravamento das condições meteorológicas a partir da tarde de hoje (21FEV) e durante o dia de amanhã (22FEV),por via da ocorrência de: Precipitação que poderá ser localmente intensa e acompanhada da queda de granizo e rajadas de vento que poderão atingir os 90km/h, em especial nas regiões do Litoral, Sul e Vale do Tejo.
  
Espera-se uma melhoria significativa das condições meteorológicas a partir do meio-dia de sábado (23FEV)e descida dos valores da temperatura mínima a partir de domingo (24FEV).  
 
EFEITOS EXPECTÁVEIS
Em função das condições meteorológicas presentes e previstas é expectável:
- Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água;
- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Possíveis acidentes na orla costeira;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem.
 
MEDIDAS DE PREVENÇÃO E AUTO-PROTECÇÃO A ADOTAR PELA POPULAÇÃO
A ANPC recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção e precaução já transmitidas através do Aviso à População N.º 04/2013, nomeadamente:
- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes eoutros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
- Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
- Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos na orla marítima;
- Ter especial cuidado na circulação junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Protecção Civil e Forças de Segurança.
 
 - Temporal dias 19 e 20 de janeiro de 2013:
 
Do senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal, responsável pela Protecção Civil, Nuno Mota da Silva:
"Quero em primeiro lugar manifestar o meu agradecimento à Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Bombarral e a todos os voluntários que estiveram envolvidos nas Ocorrências Temporal nos dias 19 e 20 que assolou o nosso concelho, à GNR, às Juntas de Freguesia e ao Piquete da Câmara Municipal do Bombarral.
Pela GNR estiveram envolvidos 9 militares e 2 viaturas.
Pela Protecção Civil Municipal (Municipio e Juntas) estiveram envolvidos 13 pessoas, 4 viaturas e 4 máquinas."