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INFORMAÇÕES E COMUNICADOS

 
 
Serviço Municipal de Protecção Civil e Defesa da Floresta do Bombarral
Praça do Município
2540-046 Bombarral
Tlf.: 262 609 020
E-mail: proteccaocivil@cm-bombarral.pt
 
 
Folhetos de Autoproteção para download:

- Frio Intenso


- Inundações


- Ondas de Calor


- Sismos

 

 

AVISO À POPULAÇÃO
PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARÍTIMA

De acordo com a informação disponibilizada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), prevê-se para os próximos dias um agravamento das condições meteorológicas, com risco associado derivado da precipitação persistente, queda de neve, intensificação do vento, com possibilidade de formação de fenómenos extremos de vento e agravamento da agitação marítima em toda a costa:

- Precipitação:
Pontualmente forte (10 a 20 mm/h), a afetar as regiões Norte e Centro com mais intensidade a partir da tarde de hoje estendendo-se progressivamente às restantes regiões. Preveem-se acumulados durante o dia de hoje da ordem dos 40 mm/12H, em especial no litoral Norte e Centro. Amanhã (01fev) prevê-se precipitação mais significativa até final da manhã (25 mm/12h) nas regiões Norte e Centro, que pode acompanhada de trovoada e granizo, sendo as regiões do Sul mais afetadas no período da tarde (15 mm/12h).

- Vento:
Do quadrante Oeste moderado a forte no litoral (<45 Km/h) e nas terras altas (<50 Km/h), com rajadas que podem atingir os 65 e 85 Km/h respetivamente. Agravamento da intensidade do vento, que será mais significativo no litoral e as terras altas a norte do cabo Mondego, com rajadas que podem atingir os 110 Km/h nas terras altas e 85 Km/h no litoral.

- Neve:
Precipitação acima dos 1000 m a partir do final do dia de hoje (31jan), descendo a cota para os 600 a 800 m (nordeste trasmontano) e até 800 m nas restantes formações montanhosas no Norte e Centro (podendo ainda atingir a serra de S. Mamede), até final da manhã de amanhã (01fev).

- Agitação marítima:
Forte com ondas de noroeste de 4 a 5 metros a norte do Cabo Raso, com previsão de agravamento a partir da próxima madrugada, com ondulação que pode exceder 7 m e picos máximos até 15 m (com forte rebentação na costa), prevendo-se que o período mais crítico ocorra entre 12h e as 21h de amanhã (01fev).

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

- Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
- Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
- Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
- Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
- Danos em estruturas montadas ou suspensas;
- Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
- Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
- Possíveis acidentes na orla costeira;
- Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

3. MEDIDAS PREVENTIVAS

A Autoridade Nacional de Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

- Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
- Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água nas vias;
- Transporte e colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
- Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
- Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
- Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
- Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;
- Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

31/01/2019
 
 

AVISO À POPULAÇÃO
TEMPO FRIO


De acordo com a informação disponibilizada pelo IPMA para as próximas 48 horas, mantem-se a previsão de tempo frio e seco, salientando-se: Descida da temperatura mínima em todo o território do Continente, na sexta-feira, com valores entre -4ºC e 6ºC. A temperatura máxima vai variar entre 4ºC e 18ºC.


- Hoje e amanhã, vento de quadrante Leste, soprando mais intenso nas terras altas (até 50 km/h), em especial durante a noite e manhã, por vezes com rajadas até 70 km/h, na região do Norte e Centro.
- Formação de neblina ou nevoeiro (em especial na bacia hidrográfica do Rio Douro).
- Acentuado arrefecimento noturno e formação de geada.
- Desconforto térmico elevado até à madrugada de sábado, devido à descida da temperatura mínima e do vento intenso.

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:
- Intoxicações por inalação de gases, devido a inadequada ventilação, em habitações onde se utilizem aquecimentos com lareiras e braseiras;
- Incêndios em habitações, resultantes da má utilização de lareiras e braseiras ou de avarias em circuitos elétricos;
- Eventual formação de gelo em troços de estradas com ensombramento permanente;
- Necessária especial atenção aos grupos populacionais mais vulneráveis, crianças, idosos e pessoas portadoras de patologias crónicas e população sem-abrigo.

MEDIDAS PREVENTIVAS

A ANPC e a DGS recordam que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

A nível da proteção individual:
- Que se evite a exposição prolongada ao frio e às mudanças bruscas de temperatura;
- Manter o corpo quente, através do uso de várias camadas de roupa, folgada e adaptada à temperatura ambiente;
- A proteção das extremidades do corpo (usando luvas, gorro, meias quentes e cachecol) e calçado quente e antiderrapante;
- A ingestão de sopas e bebidas quentes, evitando o álcool que proporciona uma falsa sensação de calor;
- Especial atenção com a proteção em termos de vestuário por parte de trabalhadores que exerçam a sua atividade no exterior, e evitar esforços excessivos resultantes dessa atividade.
- Acautelar a prática de atividade física no exterior, prestando atenção às condições do piso para evitar quedas;
- Prestar atenção aos grupos mais vulneráveis (crianças nos primeiros anos de vida, doentes crónicos, pessoas idosas ou em condição de maior isolamento, trabalhadores que exerçam atividade no exterior e pessoas sem abrigo);
- Seguir as recomendações do médico assistente, garantido a toma adequada da medicação para doenças crónicas;

A nível a proteção coletiva:
- Especial atenção aos aquecimentos com combustão (ex.: braseiras e lareiras), que podem causar intoxicação devido à acumulação de monóxido de carbono e levar à morte;
- Que se assegure uma adequada ventilação das habitações, quando não for possível evitar o uso de braseiras ou lareiras;
- Que se evite o uso de dispositivos de aquecimento durante o sono, desligando sempre quaisquer aparelhos antes de se deitar;
- Que se tenha em atenção a condução em locais onde se forme gelo na estrada, adotando uma condução defensiva;
- Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

Para além das recomendações acima descritas, encontrará informação adicional em www.dgs.pt, www.ipma.pt e www.prociv.pt.

Mantenha-se informado, hidratado e quente! Se ficar doente, não corra para as urgências, Ligue SNS 24 (808 24 24 24).

10/01/2019